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Aqui tem ciência

O Aqui tem ciência é uma pílula sobre estudos da UFMG, abrangendo todas as áreas do conhecimento.
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Últimos Episódios

139. Pesquisa avalia impactos do desastre de Brumadinho para a saúde de ribeirinhos

A biomédica Camila Moreira estuda as condições de saúde de pessoas que vivem às margens do rio Paraopeba, após o rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho. O foco da pesquisa, realizada na Faculdade de Farmácia da UFMG, é a exposição ambiental dessas comunidades a metais e metalóides (também chamados de semimetais) presentes nos rejeitos da mineração.

138. A mecânica quântica e suas relações de causalidade próprias

Doutor em Física pela UFMG, o pesquisador Marcello Nery estudou como relações de causalidade são observadas em contextos além dos clássicos, especialmente na mecânica quântica, focada no estudo de fenômenos que ocorrem em escala nanoscópica, do tamanho dos átomos. Saiba mais no novo episódio do Aqui tem Ciência.

136. Tutores de cães e o bem-estar dos animais

A médica veterinária Gabriela Siano avaliou o conhecimento da população acerca do bem-estar animal, da adoção responsável e dos maus-tratos a cães. Durante o mestrado no Programa de Pós-graduação em Ciência Animal da Escola de Veterinária da UFMG, ela aplicou um questionário on-line aos tutores de cães, relacionando fatores sociais e demográficos com indicadores de bem-estar animal. A pesquisa mostrou que a população em geral tem um conhecimento adequado do tema, com pequenas variações, a depender do gênero do tutor.

134 - Como futuros enfermeiros reagem a pedidos de oração dos pacientes?

Se uma pessoa pedisse para você orar com ou para ela, você faria isso? A pesquisadora Lais Machado Freire analisou como noventa estudantes do curso de graduação em Enfermagem da UFMG se sentiam diante da demanda do cuidado espiritual, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como um dos elementos fundamentais do cuidado com os pacientes.

133 - Identidade da avenida Afonso Pena no imaginário da população de Belo Horizonte

A arquiteta Tatiana Pimentel investigou as razões pelas quais a principal via de Belo Horizonte tem sido tão importante para a população nos 125 anos de existência da cidade, mesmo depois de passar por mudanças. A conclusão da pesquisadora é que a identidade da avenida tem mais relação com elementos como seu tamanho, localização e topografia, do que com os ícones arquitetônicos.

132. Como profissionais de clubes recreativos percebem o lazer?

Uma pesquisa realizada na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG buscou conhecer e analisar o perfil profissional dos gestores do lazer atuantes nos clubes de Belo Horizonte e mostrar a importância desses estabelecimentos em prol das atividades esportivas e culturais da capital.

130. Dançar e ser dançada: circularidades da dança de tufo em Moçambique

A partir da experiência vivida em Moçambique, a antropóloga Jaqueline de Oliveira e Silva apresenta seu olhar sobre as danças realizadas nos ritos de iniciação da puberdade, especialmente nas associações comunitárias femininas na região norte do país. A dança conhecida como tufo é a principal performance investigada.